02/02/2009 por Reflektions

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Repense seus erros e relembre seus acertos,perdoe-se pelos fracassos e orgulhe-se de suas vitórias.
Entenda que erros ,acertos,fracassos e vitórias é a sua história ,a história da sua vida ….
E lembre-se : Envelhecer é inevitável ,mas amadurecer é opcional …”

Aprenda que: “amores eternos” podem acabar em uma noite; Que grandes amigos podem se tornar grandes estranhos; Que o amor, sozinho, não tem a força que imaginei; Que ouvir aos outros é o melhor remédio e o pior veneno; Que a gente nunca conhece uma pessoa de verdade, afinal gastamos uma vida inteira para conhecer a nós mesmos; Que os poucos amigos que nos apóiam na queda, são muito mais fortes do que os muitos que nos empurram; Que o “nunca mais” nunca se cumpre; Que o “para sempre” sempre acaba; Que a sua família, com suas mil diferenças, está sempre perto quando você precisa; Que ainda não inventaram nada melhor do que colo de mãe, desde que o mundo é mundo; Que você sempre vai se surpreender, seja com os outros ou consigo mesmo; Que você vai cair e levantar milhares de vezes. E que apesar disso,você ainda não vai ter aprendido tudo!

Solidão.

16/12/2007 por Reflektions

                    Solidão.

A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão… O que mais você deseja é não estar em solidão…

Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir, música… Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa… Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão… A noite estava perdida.

A sua infelicidade com a solidão: não se deriva ela, em parte, das comparações? Você compara a cena de você, só, na casa vazia, com a cena (fantasiada ) dos outros, em celebrações cheias de risos… Essa comparação é destrutiva porque nasce da inveja. Sofra a dor real da solidão porque a solidão dói. Dói uma dor da qual pode nascer a beleza. Mas não sofra a dor da comparação. Ela não é verdadeira.